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Data de Publicação: 28/01/2020
Família Bróglia
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Estão de pé e da esquerda para a direita:  Carlos Marchi, Marco Antônio Bróglia, Lourdes Bertolo Bróglia e Ricardo Vick  Sentados: Yone Maria Bróglia Marchi, Yone (esposa), Guido Bróglia e Rosângela (Rose) Bróglia Vick

Experiência de vida: 

Eu fui aprendiz na Farmácia Radar, na Praça 9 de julho, isso em 1958, tinha 14 anos, o Sr. Guido serviu de cobaia para as minhas primeiras agulhadas que ficou só nas primeiras, lembro que fui aplicar injeção num cachorro do professor de trabalhos manuais José Pinheiro Monteiro que morava na Rua Amazonas, esquina com a Rua Pernambuco, abaixo da entrada do atual Garden Shopping. Quando ali trabalhava, eu levava de bicicleta os remédios pedidos por telefone e buscava em utras farmácias os que ali não existia, a Drogadada e a Drogasil tinha quase tudo e supria as necessidades de falta de medicamentos da cidade,e no resto do dia eu tentava atender também no balcão os pedidos mais simples de remédios para dor de cabeça, de barriga, etc. Lembro, que o Sr.Guido, comprou todas as prateleiras da antiga Drogasil, quando foi inaugurado o novo prédio de 7 andares, isso em 1958.e levou para a nova farmácia que ele construiu um pouco mais acima na Rua Brasil. Eu trabalhava uma vez por mês, aos domingos, pois era o plantão da farmácia. A maioria dos meus amigos daquela época trabalhavam de dia e estudavam de noite e ninguém reclamava, nem a justiça impedia e assim venceram na vida, Eu acho que essa exigência de menor não trabalhar é uma falha, pois é nessa idade que as mentes são lapidadas para o trabalho e ajuda no custeio da família. Hoje,acabaram-se os aprendizes e os jovens vagueiam para cá e para lá e vão buscar trabalho depois de formados, e não fazem qualquer coisa e deixam de ter e carregar a experiência que amealhamos em tenra idade. . Obrigado Sr. Guido e outros que acreditaram na nossa força de trabalho.

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