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Data de Publicação: 12/02/2019
CATANDUVA ESPORTE CLUBE, O FAMOSO EXPRESSINHO (4)
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Nelson BAssanetti

1956 – Time do Botafogo de Futebol e Regatas – Em pé: Orlando Maia, Amauri, Tomé, Nilton Santos, Bob e Bauer. Agachados: Garrincha, Didi, Paulinho, João Carlos e Rodrigues

Em 24.02.1957, o Expressinho recebeu a visita do Botafogo de Futebol e Regatas, da cidade do Rio de Janeiro,  que fazia excursão por esta parte do Estado, onde também jogou em Bebedouro e  São José do Rio Preto. Nesse jogo amistoso os torcedores viram verdadeiros ídolos do futebol carioca e nacional como: Didi, apelidado de “Príncipe Etíope”, o maestro do time e criador da famosa “folha seca”; de Nilton Santos, o maior lateral esquerdo da história do Brasil; de Garrincha, o endiabrado jogador de pernas tortas, de dribles desconcertantes, que fazia a alegria da torcida e que passou a bola no meio das pernas de Nilton Santos, no seu primeiro treino no Botafogo e este, após o baile que levou, pediu que o contratassem e o pusessem entre os titulares, pois não queria enfrentá-lo de novo. Para o jornalista Augusto Marzagão, Garrincha foi o “Fred Astaire do futebol” e para Armando Nogueira, “o espaço de um guardanapo era para Garrincha um enorme latifúndio”. O resultado do jogo foi 0 a 0. Foi essa a escalação do time da Estrela Solitária: Amauri, Abigail, Bob e Nilton Santos; Pampolini e Bauer (Ronald); Garrincha, Didi (João Carlos), Paulinho, Mário e Canheta (Nivaldo). Foi essa a constituição do Catanduva Esporte Clube, cujo técnico era Martin Francisco: Badê, Can-Can e Barros; Wilse, Cativeiro e Luiz; Tijolinho, Graciano (Quinho), Nininho, Genê (Ceci) e Alípio.



11.11.1956 – Time do Catanduva Esporte Clube em jogo realizado em Garça. Vemos de pé e da esquerda para a direita: Barros, Cativeiro, Badê, Loca, Wilse e Can-Can; e agachados: Santiago, Duvílio, Alípio, Bagunça e Osvaldo.


No ano de 1957, continuando sob a presidência do Dr. Augusto Pereira, novamente o Catanduva Esporte Clube montou um esquadrão, fez ótima campanha na fase inicial e se classificou  para disputar as finais juntamente com o América Futebol Clube de São José do Rio Preto, o Esporte Clube São Bento de Sorocaba,  o Clube Atlético Taquaritinga, o Esporte Clube Corinthians de Presidente Prudente e o Paulista Futebol Clube de Jundiaí. Naquele ano, por estar o Estádio Sílvio Salles interditado, o jogo com o América Futebol Clube foi em Pindorama e o resultado foi um empate de dois gols, jogo em que se acidentou Urias do América que saiu de campo e não mais voltou ao receber uma bolada no potente chute desferido por Wilse.  O time base do Catanduva Esporte Clube era: Badê, Can-Can e Barros; Wilse, Cativeiro e Luiz; Paulinho, Zé Carlos, Luizinho, Gaúcho e Alípio. Também jogaram Devito, Lóca, Tijolinho, Graciano, Humberto, Santiago e Luiz Destro.   No “Torneio dos Campeões”, quem fez melhor campanha foi o América Futebol Clube de São José do Rio Preto, que ganhou o campeonato e subiu para a primeira divisão.

 Pesquisa no Jornal “A Cidade” – Arquivo Museu Padre Albino


 

 

 

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