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Data de publicação: 12/06/2013    |    Enviar por e-mail   |   Imprimir   |   Tamanho do Texto:     |   Compartilhar:    
Data de Publicação: 12/06/2013
“Tempos do barquinho de papel”

“Tempos do barquinho de papel”

 

1942 - Essa foto foi tirada em Catanduva e estão da esquerda para a direita: Paulo Dantas Dantas, Dulcina Motta Zancaner, Beatriz Sales Zancaner, Maria Ester Mota e Nelson Motta. Lembrei dessa poesia do Guilherme de Almeida.

Coração

 Lembrança, quanta lembrança
Dos tempos que já lá vão!
Minha vida de criança,
Minha bolha de sabão!

Infância, que sorte cega,
Que ventania cruel,
Que enxurrada te carrega,
Meu barquinho de papel?

Como vais, como te apartas,
E que sozinho que estou!
Ó meu castelo de cartas,
Quem foi que te derrubou?

Tudo muda, tudo passa
Neste mundo de ilusão;
Vai para o céu a fumaça,
Fica na terra o carvão.

Mas sempre, sem que te iludas,
Cantando num mesmo tom,
Só tu, coração, não mudas,
Porque és puro e porque és bom!


Guilherme de Almeida (1890-1969)

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