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Data de publicação: 15/05/2013    |    Enviar por e-mail   |   Imprimir   |   Tamanho do Texto:     |   Compartilhar:    
Data de Publicação: 15/05/2013
BAR DO FUKUDA
Professor Geraldo Corrêa

Professor Geraldo Corrêa

ATMOSFERA CARREGADA

Quando Catanduva dorme, só o “Bar do Fukuda” permanece aberto, lá no fim da Rua Minas Geral, atendendo a viajantes retardatários, condutores de caminhões de carga, jogadores que saem dos clubes e também alguns boêmios. Ali, comem e bebem. Às vezes aparece um violão e cantam.

Houve tempo em que a freqüência esteve muito mais animada e, naturalmente, o vozerio, a cantoria perturbava os vizinhos. Um destes levou reclamação à Polícia. Conseqüência, o estabelecimento ficou às moscas.

O Dr. Raul Tarsitano, que de quando em vez vinha de Sales, chegando tarde da noite, entrando no bar, estranhou o silêncio, e o ambiente e perguntou ao nipônico.

 - Que houve compadre?

 - Bizinho, sô Pardo, foi na porícia e recramô baruiu...

 - Ahn! . . .  Por isso é que o ambiente está pardacento. . .

Livro “Minhas Piadas dos outros” de 07/1956 do Professor Geraldo Corrêa. 

 

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