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Data de publicação: 10/09/2020    |    Enviar por e-mail   |   Imprimir   |   Tamanho do Texto:     |   Compartilhar:    
Data de Publicação: 10/09/2020
COLÉGIO NOSSA SENHORA DO CALVÁRIO (1)
1932 – Na foto Padre Albino está rodeado pelas crianças no pátio do Colégio Nossa Senhora do Calvário que se situava defronte a Igreja Matriz, que vemos ao fundo. Entre outras crianças aparece: Cleyde Fernandes, Plácido Eduardo Fernandes, Pirajá Procópio de Oliveira, Rubens Minervino, Carlos Alberto Bueno Netto, Élcio Bastos, Dora e Gislaine Soubhia, Eunice Felipe, Guaracy Izar, Ulda dos Santos Aguiar, Roberto Mário Amaral Lima, Antonio do Espírito Santo, Satira Okai
1940 – Alunas do Colégio Nossa Senhora do Calvário defronte a Igreja Matriz de São Domingos
3ª foto - 1948 – Prédio do Colégio Nossa Senhora do Calvário em fase final de acabamento

Nelson Bassanetti

Uma das grandes iniciativas do Padre Albino foi à construção do “Colegião”, iniciada em 15 de outubro de 1927, completamente isolada, na parte alta do bairro do Higienópolis, ocupando uma área aproximada de três alqueires que foi doado por Ricardo e Jeremias Lunardelli, Nazareno e Lourenço Donini e Pedro Celli.  Nesse terreno a construção do enorme prédio foi idealizada pelo engenheiro Alberto Ortemblad, de Tabapuã, tendo os trabalhos gerais a cargo de José Rodrigues Martins e seus filhos. Inicialmente as obras eram dirigidas pelas Irmãs Marcelinas e depois pelas Irmãs da Sociedade Educação e Benemerência de Campinas, órgão ligado a Congregação Calvariana, com sede em Gramat, na França. No dia 3 de maio de 1932, chegaram elas de trem, acomodando-se em caráter provisório na Casa Paroquial. As fundadoras do Colégio foram: Madre Ana Maria, Irmãs Celina, Adelaide, Maria Angelina, Maria Aloísia e a Irmã Ângela Maria de Jesus que chegou no dia seguinte. O Colégio Nossa Senhora do Calvário começou a funcionar em 1932, em regime misto. Na chamada para matrícula diziam que os pais encontrariam nas Irmãs uma solicitude toda maternal, entrando em suas vistas formar os corações na prática das virtudes cristãs e cívicas, infundindo-lhes as qualidades indispensáveis a toda mulher que pretenda ocupar um lugar de destaque na sociedade. As relações das alunas para com as religiosas eram as que as filhas tinham no seio da família com carinho e respeito. Alertavam que o uniforme era obrigatório e o vestido devia cobrir os joelhos das meninas maiores de 8 anos e iam aumentando de comprimento em proporção da idade e desenvolvimento psicológico. No seu início em 1932/1933 o número de alunos saltou de 98 para 166 e em 1936 já havia 262 alunos. Muitas quermesses, chás e desfiles foram organizados pelos catanduvenses para ajudar na construção do Colegião. Dona Sinharinha Netto, abnegada, sempre ao lado de Padre Albino, dirigia muitas delas para as construções que ele coordenava: Hospital Padre Albino, Lar Ortega e Josué, Coleginho, Vila São Vicente e Colegião. Em 1936 o prédio da “Ação Católica”, na Rua Brasil, denominado “Coleginho” ficou pronto e as Irmãs ocuparam-no, enquanto as obras do “Colegião” continuavam, parando entre 1937 e 1942 devido à instabilidade mundial. Em 1940 outras Irmãs chegaram: Auxiliadora, Margarida, Coração de Jesus, Maria Filomena e São Luiz Gonzaga. Em 1942 foi criada a Escola Profissional Doméstica Feminina. Embora as obras não estivem concluídas, a transferência se deu em 1948. Em 1949 começou a funcionar o Curso Ginasial e, no início de 1954, instalou-se a Escola Normal Livre “Nossa Senhora do Calvário”. ...

 Parabéns à coletividade Catanduvense pela ajuda na construção do edifício de pedra e cimento. Parabéns às Irmãs Calvarianas por transformá-lo em patrimônio humano, dando-lhe Vida e Luz, instruindo e educando várias gerações. Parabéns a professores, funcionários e alunos.  Catanduva inteira reverencia com muito amor e carinho o atual Colégio Ressurreição Nossa Senhora do Calvário.  

1ª foto - 1932 – Na foto Padre Albino está rodeado pelas crianças no pátio do Colégio Nossa Senhora do Calvário que se situava defronte a Igreja Matriz, que vemos ao fundo. Entre outras crianças aparece: Cleyde Fernandes, Plácido Eduardo Fernandes, Pirajá Procópio de Oliveira, Rubens Minervino, Carlos Alberto Bueno Netto, Élcio Bastos, Dora e Gislaine Soubhia, Eunice Felipe, Guaracy Izar, Ulda dos Santos Aguiar, Roberto Mário Amaral Lima, Antônio do Espírito Santo, Satira Okai

2ª foto - 1940 – Alunas do Colégio Nossa Senhora do Calvário defronte a Igreja Matriz de São Domingos

3ª foto - 1948 – Prédio do Colégio Nossa Senhora do Calvário em fase final de acabamento

 Pesquisa no Jornal “A Cidade” – Arquivo Museu Padre Albino

 

 

 

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