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Data de publicação: 02/02/2016    |    Enviar por e-mail   |   Imprimir   |   Tamanho do Texto:     |   Compartilhar:    
Data de Publicação: 02/02/2016
1960 - Depredação do prédio da Companhia Nacional de Energia Elétrica

Companhia Nacional de Energia Elétrica (Acontecimentos do sábado - 02.04.1960)

03.04.1960 (domingo) – Matéria do Jornal “A Cidade” – proprietário Nair de Freitas

DEPREDAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DA CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA PROVOCOU REAÇÃO VIOLENTA DA POLÍCIA.

Mais de uma dezena de pessoas, algumas gravemente feridas, foram tiroteadas nas ruas – A massa popular enfurecida contra a Companhia Nacional de Energia Elétrica atacou a sede da empresa danificando seu escritório e ateando fogo a materiais que se achavam no pátio interno.
A população viveu horas de pânico e angústia, agravando-se a situação com a chegada de reforços policiais – Indignado o povo com a atitude da polícia – Incisivas declarações do Prefeito Municipal, solidário com o povo.

Tristíssimos acontecimentos marcaram a noite de ontem em Catanduva, tendo a população vivido horas dramáticas de profunda inquietação, enquanto na parte central da cidade, se desenrolavam cenas jamais vistas aqui e, provavelmente, mesmo no interior. As depredações da sede da Companhia Nacional de Energia Elétrica, levadas a efeito por grande número de populares, por volta das 19,30 horas, e que eram a explosão de sentimentos refreados há longos anos, não teriam tido consequências mais graves do que a destruição das instalações, pois é fora de dúvida que o povo não pretendia fazer vítimas pessoais. Entretanto, chamada a polícia para garantir a propriedade da concessionária de energia elétrica, a intervenção de alguns policiais se fez de maneira violenta, bárbara mesmo, pois o saldo de treze vítimas dos disparos de arma de fogo indica perfeitamente a selvageria da reação.

A opinião geral, inclusive de elementos os mais representativos da comunidade é a de que a ação policial foi responsável pelo agravamento da fúria popular. A princípio foram disparos para o ar, lançamento de bomba de efeito moral, e tivemos ensejo de assistir, nessa fase, a ponderação com que alguns soldados diligenciavam conter o povo, impedindo a sua aproximação da sede da empresa. Alguns dos populares, entretanto, estavam munidos de bombas e “caramurus” e entraram de detoná-los. Surgiu, então, o violento revide, e tombaram as primeiras vítimas. Os populares, cujo número aumentava a cada momento, enfureceram-se ante o brutal espingardeamento. E as violências ampliaram-se, enquanto o povo buscava, a qualquer custo, assaltar as instalações da C. N. E. E. Os reencontros com os policiais tornaram-se, daí para diante frequentes, pois a massa popular, tomada pela indignação, já não se importava de malbaratar a vida, avançando contra os fuzis.  Os tiroteios que se repetiam a cada investida dos grupos foram fazendo novas vítimas e, consequentemente, agravando a situação. Já á a essa altura alguns disparos eram mesmo para matar, e que começou a ocorrer após a chegada dos primeiros reforços policiais.  Era o recrudescimento da violência, e logo começaram a ser encaminhados ao Hospital “Padre Albino” vítimas de ferimentos gravíssimos. Alguns trechos de rua lá estão marcados pelo sangue desses homens. Um deles, José Leite Penteado (residente na Rua 14 de abril, 1205), casado, (deixa uma filhinha de três meses), foi alvejado no abdômen. Hospitalizado imediatamente, não resistiu à gravidade do ferimento, vindo a falecer por volta da meia noite.  Um auxiliar das oficinas desse jornal, Juvenal Francisco da Silva, moço de vinte anos foi atingido por um projétil no franco esquerdo, tendo sido hospitalizado em estado desesperador. A hora que redigíamos essas notas (cerca de 3,30), ainda não se sabe se sobreviverá.

A Explosão

Vinha a população aguardando com justificado interesse a “mesa redonda” que deveria realizar-se hoje às 14 horas, com a participação de parlamentares vindos especialmente da capital, de elementos representativos desta e de outras cidades de que é servida a C. N. E. E. e de diretores desta. A reunião seria o corolário da campanha desencadeada há dias pela Câmara Municipal e pelo deputado Orlando Zancaner, campanha essa de reinvindicações perante a concessionária. O antigo descontentamento do povo aumentara nos últimos tempos, agravando-se há pouco sem oferecer nenhuma satisfação ao público - segundo o seu velho e deplorável hábito – A Companhia majorou novamente as suas tarifas, embora o serviço ainda não houvesse ainda melhorado de acordo com as promessas da alta administração da Empresa.  Ontem, as últimas horas da tarde verificaram-se três interrupções na corrente, consequência, segundo nos foi informado, da queda de um fio de linha, além de Urupês. Anoiteceu, e a cidade estava sem energia elétrica. Foi então que começaram a formar-se grupo de populares na parte central da cidade. Era um rastilho. Dentro de poucos minutos iniciaram-se manifestações contra a empresa, entrando de crescer os grupos de manifestantes, os quais, ao mesmo tempo, se aproximavam da sede da organização. Dali ao apedrejamento dos escritórios foi um passo.

Polícia

O número de soldados era pequeno, pois como se sabe, o destacamento local é exíguo. Havia policiais em algumas esquinas, inclusive nas das ruas Sergipe e Pará, onde por volta das 20,30 horas, um grupo de populares tentou invadir o pátio interno da Companhia. Houve resistência dos policiais, e parece-nos que falhou essa primeira tentativa de invasão. Nessa ocasião a nossa reportagem pode verificar que alguns soldados já haviam esgotado a munição, do mesmo passo que se haviam acabado as bombas de efeito moral. Então o número de feridos era de três, dois deles atingidos nas pernas, e um com ferimento no braço, admitindo-se, naquele ensejo, que o mesmo tivesse sido provocado pela explosão de uma bomba.

Reforços

Começaram a chegar, então, reforços policiais, convocados urgentemente. Com a chegada dos novos soldados, a situação se agravou, contrariamente ao que se esperava, avolumando-se aí por diante, às violências, até cerca de meia noite. Há essa hora já os populares haviam conseguido invadir o pátio da Companhia ateando fogo a materiais que ali se achavam depositados. As enormes chamas encheram a noite e eram avistadas de longa distância. Outras depredações ocorreram no interior do pátio.

Iluminação Parcial

Cerca das 20 horas, a empresa forneceu corrente elétrica parcial, valendo-se da usina de Ribeirão dos Porcos e da unidade geradora termoelétrica de São Francisco. Entretanto, não havia iluminação nas ruas. Era mais um elemento para ampliar a indignação popular. O propósito depredatório da multidão persistiu, pois, sucedendo-se as tentativas de assalto.

Intervenção

Logo após terem sido hospitalizadas as três primeiras vítimas, diversos elementos de responsabilidade começaram a intervir, buscando acalmar os manifestantes e evitar que se registrassem vítimas. Vários vereadores, o Vice Prefeito e o próprio Juiz de direito solicitaram ação mais comedida dos policiais e do povo, mas, logo a seguir, voltavam a ocorrer os conflitos. O Vice Prefeito Iran Silva fez sentir a um dos delegados presentes que não se acusavam indiscriminadamente todos os soldados, mas que, forçosamente deveria haver alguns que estavam a praticar atos de selvageria. S.Sa. testemunhou a queda sucessiva das três últimas vítimas, barbaramente atingidas por disparos de fuzis.

Populares teriam atirado

A reportagem foi informada que sustentavam alguns elementos da polícia que populares haviam feito uso de armas de fogo antes dos soldados. Tal informação, todavia foi recebida com reservas, pois não havia notícia de nenhum miliciano ferido por projétil de arma de fogo.

Cessam os distúrbios

A massa popular conservou-se por longas horas na praça central da cidade, enfrentado os fuzis no firme propósito de destruir as instalações da C. N. E. E. Mais novos reforços policiais foram chegando, inclusive de cidades distantes, como Araraquara, de onde vieram vinte e cinco milicianos. Aos poucos, os quarteirões que dão acesso à sede da empresa foram se transformando em praça de guerra.  Isso e as constantes ponderações de numerosas pessoas foram conseguindo, gradativamente, a retirada dos populares, tanto mais que, por volta das 22 horas, ocorreu nova interrupção da energia elétrica. Cerca de meia noite, havia no centro da cidade apenas pequena número de curiosos.

Declaração do Prefeito

Cerca das três horas regressava a Catanduva o Sr. Antônio Stocco, que se achava ausente. S.Sa., após conhecer de perto a dolorosa situação, dirigiu-se à redação deste Jornal, em companhia do Sr. Iran Silva, Vice-Prefeito. Mostrava-se o Chefe do Executivo pesaroso e revoltado, tendo feito as seguintes declarações a este jornal: “Estou chegando de viagem, e já havido sabido, a caminho, das tristes ocorrências destas últimas horas. Lamento profundamente que alguns policiais tenham agido de modo tão violento, disparando suas armas contra populares desarmados e indefesos, alheios a que o gesto extremo do povo era a explosão inevitável, após dezenas de anos de sofrimento imposto pela concessionária de energia elétrica. Declaro, sem nenhum temor, que estou do lado do povo e que lutarei com todas as forças pelas conquistas dos seus direitos. Se aqui estivesse teria feito o mesmo que fez o Vice-Prefeito Iran Silva, colocando-me do lado do povo e contra a Companhia e contra a violência dos elementos da polícia que alvejaram os cidadãos como se fossem estes animais ferozes”.

As vítimas

Damos a seguir, a relação das vítimas: Juvenal Francisco da Silva, residente à Rua Aracaju, 613, solteiro, filho do Sr. Benedito Francisco da Silva, nosso agente comercial e chefe da distribuição deste jornal; Dorival Brandão; Walter Bernucci, Rua Belo Horizonte, 197; José Rodrigues Carvalho, Rua Curitiba, 903; Sidney Manzano, Rua Santos, 409; Ídio Pena, Rua Alagoas, 384; Francisco Fernandes, Rua Mato Grosso, 774; Pedro Minichelli, Rua Mato Grosso, 1175; Avelino Gonçalves Vitor, Rua Sete de Setembro, 1225; Dorival Corrêa, Rua Niterói, 826; Antônio de Oliveira Destro, Rua Natal, 127; João Febriano Bittencourt, Rua Alagoas, 610 e José Leite Penteado, Rua 14 de abril, 1205, que faleceu em consequência do grave ferimento sofrido.

Repercussão

Os acontecimentos de ontem repercutiram amplamente em todo o Estado. Jornais e emissoras da Capital imediatamente se puseram em contato telefônico com “A Cidade”, tendo a nossa reportagem fornecido aos mesmos informações sobre as ocorrências e sobre a situação até cerca de meia noite. O mesmo aconteceu com jornais de São José do Rio Preto e de Araraquara que enviaram repórteres à nossa cidade, alguns dos quais permanecerão em Catanduva durante o dia de hoje.

 

COMPANHIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA

05.04.1960 (terça feira) – Matéria do Jornal “A Cidade” – Proprietário Nair de Freitas 

NOVAS EXPLOSÕES DA INSATISFAÇÃO POPULAR EM REPRESÁLIA CONTRA ELEMENTOS DA POLÍCIA

Persistiu a exaltação de ânimos durante todo o dia de ante ontem, acentuando-se a tensão após o sepultamento de uma das vítimas da selvageria dos soldados – Depredada a farmácia de propriedade do 1º Suplente de delegado e invadida a residência do sargento comandante do destacamento policial – Várias prisões – Forte patrulhamento nas ruas – Outras Notas

A revolta popular provada pela brutal intervenção de soldados da polícia nos atos de represália do povo contra a Companhia Nacional de Energia Elétrica não se extinguiu com o selvagem espingardeamento da multidão, na noite de sábado último. O falecimento de uma das vítimas fez com que se acentuasse a indignação popular e o seu propósito de justiçar os elementos responsáveis pelos tristes acontecimentos que tanto abalaram Catanduva e tanto repercutiram em todo o Estado. Já pela manhã, no domingo, estava o povo nas ruas, reunindo-se no centro da cidade, concentrando-se nas imediações do “Hospital Padre Albino” e principalmente, na residência de José Leite Penteado, o jovem chefe de família que foi fulminado por um balaço traiçoeiro. Os ânimos foram se exaltando à  medida que as horas passavam. No centro da cidade, populares afixavam cartazes que traziam o seu espírito de revolta contra os policiais que haviam feito tantas vítimas com o emprego das armas que o povo lhes confia para preservarem a tranquilidade das famílias. Eram rudes cartazes com legendas incisivas exigindo a punição dos culpados e manifestando o direito do povo de fazer justiça pelas próprias mãos. E eram, também, enérgicos  pronunciamentos contra a concessionária do serviço de energia elétrica.

Comovente?

À tarde, às 17 horas, saiu da residência da família, à Rua 14 de abril, 1.205, a urna mortuária de José Leite Penteado. Foi singularmente comovente o saimento fúnebre. Não era apenas a dor dos familiares, senão a de toda a enorme multidão, milhares de pessoas, que afluíra para acompanhar até a Necrópole os despojos da vítima da inominável brutalidade. A Prefeitura tomara para si a realização dos funerais, e o próprio Chefe do Executivo figurou entre as pessoas que retiraram o esquife do interior da residência.  O cortejo fúnebre derivou pelas ruas, sob uma atmosfera de tristeza geral. E de revolta, também, pois isso era bem evidenciado pela tabuleta que precedia o esquife e na qual se podia ler o incisivo protesto:  - “Este corpo pede justiça!”.

Retorno

Sepultados os despojos de José Leite Penteado, retornou grande parte do povo para o centro da cidade. Já se faziam sentir, então, abertamente, os propósitos de tomada de represália contra elementos da polícia que eram apontados como responsáveis pelo metralhamento do povo nas ruas. Aludia-se constantemente ao 1º suplente de delegado, Senhor Urbano Salles, e ao comandante do destacamento policial local,  Sargento José Júlio Benedito.

Ação

Por volta das 19 horas, populares começaram a aproximar-se da farmácia de propriedade do Senhor Urbano Salles, junto à esquina das Ruas Minas Gerais e 13 de Maio. A ação não se fez tardar. Dentro de alguns minutos um grupo atacou o prédio, conseguindo abrir parcialmente uma de suas portas de ferro. Deu-se aí a invasão da farmácia, de onde, com grande esforço foram retirados móveis e utensílios, medicamentos, após ter sido depredada toda a instalação interna. A polícia só compareceu ao local quando a depredação já se consumara com  um pelotão de dez ou doze soldados da Força Pública, do contingente de reforços chegados à véspera. A sua simples chegada fez com que os populares se dispersassem. Embora voltassem ao local, alguns minutos mais tarde, quando os milicianos se retiraram. Houve então o recrudescimento das manifestações, enquanto alguns jovens completavam a destruição de uma grande peça das instalações da farmácia. Não demorou, porém, o retorno dos policiais, e, desta feita, os manifestantes deixaram definitivamente o local. Simultaneamente, outro grupo ameaçara a residência do 1º Suplente, à Rua Bahia, o que exigiu a presença de soldados que ali permaneceram durante toda a noite. Cerca das 21 horas, outro grupo de populares  se dirigiu para a Rua São Paulo, e ali invadiu a residência do sargento José Júlio Benedito.  Os invasores arrebataram tudo quanto encontraram no interior do prédio, arrastando os móveis para a rua onde os destruíram. Novamente, um grupo de choque da polícia entrou em ação, tendo sido disparado uma bomba de efeito moral, enquanto se faziam alguns disparos para o ar. Foram então efetuadas várias prisões. Mais tarde, contudo, houve a intervenção de diversos elementos, buscando fossem os detidos postos em liberdade algumas horas mais tarde, quando houvessem serenados os ânimos.  Entretanto o Prefeito Antônio Stocco, o Vice Prefeito Iran Silva, os deputados estaduais Antônio Mastrocola, Orlando Zancaner e José Maria Leal de Olímpia, o Promotor Dr. Adevanir Rodrigues da Silveira, o Presidente da Câmara Sr. Lúcio Cacciari e diversos vereadores se aproximavam dos grupos de populares e lhes faziam apelo no sentido de que evitassem novas violências, pois as autoridades e demais elementos representativos da cidade comprometiam-se a fazer triunfar as reinvindicações do povo junto a Companhia Nacional de Energia Elétrica.

Volta à calma

O trabalho desses homens, a compreensão dos populares e a prudência com que a polícia agiu auspiciaram a volta à calma. Cera de 23 horas a situação em toda a cidade era de tranquilidade, o mesmo acontecendo durante o dia e noite de ontem.

Faleceu outra vítima  - Avelino Gonçalves Victor

Pesarosamente temos de anunciar o falecimento, ontem, às 16.31, horas de Avelino Gonçalves Victor, brasileiro, 21 anos de idade, mais conhecido por “Lú”, sepultado hoje às 17 horas,  saindo o féretro da residência da família à Rua Sete de Setembro, 225, para a necrópole municipal.  No seu féretro liam-se cartazes com os seguintes dizeres: “Respeite teu ser, que pede justiça”, “Mais um corpo que pede justiça”.

Faleceu Pedro Minichelli, atirador do Tiro de Guerra nº 16.

No dia 07 de abril faleceu o atirador Pedro Minichelli,  vítima do espingardeamento, seu féretro saiu da sua residência à Rua Mato Grosso, nº  1.577, com grande acompanhamento.

03.07.1960 - CASAS PARA AS FAMÍLIAS DOS MORTOS NAS DEPREDAÇÕES DA COMPANHIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA

Foi encetada campanha através da Rádio Difusora de Catanduva, Jornal “A Cidade” e Restaurante “A Paulicéia” onde a população fez doações e de cujo resultado comprou-se 03 casas nos valores de Cr$ 140.000,00 cada uma. Para a família de José Leite Penteado o imóvel na Rua Curitiba, 653; para a família de Avelino Gonçalves Vitor o imóvel na Rua XV de Novembro, 705 e para a família de Pedro Menichelli o imóvel na Rua Tabapuã, 225. O presidente da campanha foi o Sr. Elias Nechar e participaram na arrecadação de fundos os seguintes Catanduvenses:   Gentil de Ângelo, Miguel Elias, Pedro Gomes, Onélio de Freitas, Roberto Sartori Canal e Antônio da Cunha Sobrinho.

 

Pesquisador: Nelson Bassanetti – Jornal “A Cidade” – arquivo do Museu Padre Albino

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